Olá pescadores de plantão agradeço por passarem aqui no meu Lago dos Sonhos e peço pra que, se possível, vcs deixem comentários sobre os textos, afinal sem eles naum terá como eu saber se estão ou não gostando do blog.


Também se puderem, deixem seu e-mail para q eu possa agradecer os comentários e a visita.


Bjus e espero que gostem


ASS: Pescador de Sonhos



quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O rapto da princesa Léia

Nascida na Floresta encantada, amadrinhada pelas feiticeiras do reino de Lucis, Léia, a princesa da luz, cresceu entre os centauros, os unicórnios, e aprendeu, acima de tudo, a respeitar todos os seres da terra sendo eles maus ou bons.
Era, por todos os homens do reino, ao mesmo tempo, cobiçada por sua beleza e odiada por ela ser fruto da traição da rainha Luna com Feron o rei de Tenebris, ou seja, líder dos inimigos dos luciseranos, ou melhor dizendo, dos habitantes de Lucis.
No ápice de sua juventude, ela, desesperadamente se apaixonou por um belo pássaro, ele era da cor do ouro, com penas cintilantes feito prata, seu voar transmitia uma força tão sublime que Léia padecia ao seu caminho, seu canto enfatizava sua beleza que, por fim, aumentava cada vez mais que a garota o idolatrava. Mas seu amor era proibido por dois simples motivos, primeiramente ele era um pássaro, isso já era um bom motivo, mas para acabar ainda mais com a felicidade da moça, ele era filho de Tenebris, ela não poderia cometer o erro que sua desconhecida mãe cometera. Desconhecida pelo fato de Léia não saber quem era sua mãe, tinha por conhecimento que havia vindo da árvore da vida que ficava no centro da Floresta encantada.
Contudo seu amor era tão forte que apesar dos conselhos de suas madrinhas ela seguia pela praia do reino vendo distantemente seu precioso ser, ela correu tanto que seus lábios começaram a dizer em voz intimamente baixa para que a bela ave descesse para perto dela, viesse receber um doce beijo, viesse devolver a vida que ele havia tomado da pobre coitada.
Tanto andou, tendo como objetivo ser percebida por aquele animal, chegou ao Porto, viu grandes caravelas dirigindo-se para além-mar e quando avistou a última desaparecendo no azul das águas percebeu-se em volta de uma neblina não muito espessa mostrando aquele belo pássaro vindo em sua direção, quando em fim ele parou perto dela, viu aquele corpo delgado e bem formado vestido em peles nuas igualmente as vestimentas das fadas que viviam na Floresta de Lucis.
Léia tremendo de emoção por estar frente a frente do ser que ela tanto adorava viu-se horrorizada no momento em que ele começou a se transfigurar, o ouro deu lugar ao escuro da noite, à sombra da maldição, seu brilho se tornou uma fumaça opaca e sombria que cada vez mais enforcava os sentimentos da garota, seu bater de asas causava um assovio ensurdecedor e por fim sua voz se tornou humana e fria no momento em que ele disse:
__ Venha minha amada, venha para os meus braços.
Seus sentimentos pareciam um furacão rodando e bagunçando toda a sua cabeça, até que ela desmaia, não agüentava a decepção de perder um amor desse jeito.
Ao acordar se encontrava num quarto com cortinas de fogo e chão vermelho como a brasa levantou-se assustada e saiu daquele cômodo, viu-se num corredor imenso que dava num portão enorme com uma gárgula em cada ponta. Sendo elas de pedras Léia pôde supor que era dia, pois é esse o estado de uma gárgula nesse período. Entrou pelo portão e viu a sala do trono do castelo de Feron, ele não era bem como suas madrinhas falavam não tinha asas de morcego e nem uma cauda de dragão, muito menos pele pálida como a de um defunto. Tinha simplesmente uma aparência humana que por sinal era muito linda, tinha músculos bem fortes e um rosto perfeitamente desenhado.
Quando ele a viu logo disse:
__ Como você é linda, parece a sua mãe, sua bela mãe!
Léia sem nada entender pergunta sem medo para o homem:
__ Minha mãe?
__ Sim sua mãe Luna a rainha de Lucis, e eu sou seu pai, sendo assim este é o seu castelo e todo o seu reino você é a princesa de Tenebris e de Lucis, você é a esperança da paz entre os nossos reinos, por isso sabendo que minha filha foi tratada por indigna do trono de Lucis me vi obrigado em acabar com a guerra.
Léia ficou desorientada e ainda duvidava da palavra do homem então perguntou:
__ Mas se você precisava de mim para acabar com a guerra que perdurou até hoje, por que mandar aquele ser me seduzir para trazer-me até você?
__ A ordem não foi minha, ele foi lá por que te amava, então utilizando sua forma de pássaro começou a rondar a perigosa Floresta encantada para te ver, assim suas ditas madrinhas lançaram um feitiço nele “Quando você chegar perto de sua amada virará um monstro horripilante e com um simples olhar quem o ver desmaiará”, sendo assim ele não sabendo o que fazer com você desmaiada lá no Porto da Armada Real trouxe-a até mim.
Depois de toda a explicação de Feron, Léia começou a entender de onde vinha o ódio e a intolerância da parte dos luciseranos para com ela, pois mesmo se ela fosse o fruto da traição ela deveria ser aceita, pois estavam em um reino de luz, de alegria e principalmente de perdão.
Assim conhecendo toda a história do seu passado começou a fazer a aliança entre os reinos, pois não importava se existia um lado sombrio e outro glorioso os dois juntos completariam seus defeitos os transformando em qualidades.

Um comentário:

AÇÃO DO TEMPO disse...

Aeeeeee, Adriel! Enfim, criou seu espaço... Fico feliz com isso. Espero de verdade que vc se dedique a ele. Agora tenho mais um blog para visitar!!! Esse povo me dá um trabalho!!! rsrsrs beijos

Meu lobinho estah com fome de um bife para ele.