
O amor é um precipício
Que se abre sempre quando
Você decide amar
Qualquer outro ser humano
De um lado desse cânion
Está você sempre indeciso
Do outro lado está aquela
Que lhe rouba o juízo
E você vai se esvaindo
O juízo acabando
Um zumbi sem alma alguma
Sempre a um lado marchando
Até que chega um momento
Que você corre na direção
Daquela linda garota
Que roubou-lhe o coração
E na beira do precipício
Vê seu corpo se jogando
Caindo de cara num amor
E no chão se estatelando
E então perceber
Que aquele amor era irreal
Não valia o seu amar
Era o mar sem o próprio sal
Porém também existe
Neste cânion um lado bom
Só depende dos extremos
Para juntar dois em um coração
E é um trabalho difícil
Quase sempre alguém desiste
De construir uma ponte
Para o amor que ainda existe
Que se abre sempre quando
Você decide amar
Qualquer outro ser humano
De um lado desse cânion
Está você sempre indeciso
Do outro lado está aquela
Que lhe rouba o juízo
E você vai se esvaindo
O juízo acabando
Um zumbi sem alma alguma
Sempre a um lado marchando
Até que chega um momento
Que você corre na direção
Daquela linda garota
Que roubou-lhe o coração
E na beira do precipício
Vê seu corpo se jogando
Caindo de cara num amor
E no chão se estatelando
E então perceber
Que aquele amor era irreal
Não valia o seu amar
Era o mar sem o próprio sal
Porém também existe
Neste cânion um lado bom
Só depende dos extremos
Para juntar dois em um coração
E é um trabalho difícil
Quase sempre alguém desiste
De construir uma ponte
Para o amor que ainda existe
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