
Nasceu de um caco
De vidro jogado do carro
E de lá foi valsando
Subia e descia em piruetas tenebrosas
Consumia tudo com seu valsar caliente
Dançava e não mais que isso
Sobre aquilo que o próprio acabou
O filho do caco jogado
Matou mil verdes,
Malhados, pintados
Morrendo sobre as
Cinzas que o próprio criou
Um comentário:
Adorei seu texto... Com o tempo, acredito que vc se tornará um escritor engajado. Muito bem, jovem poeta.
Bjinho
Postar um comentário