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ASS: Pescador de Sonhos



quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nascido [só] para amar


De novo, de repente
Novamente, como sempre
Como desde cedo vem sendo
Desdo o primeiro amor crescente
Me apaixonei por mais outra uma
Uma que até pensei não ser igual
Mas ainda não foi diferente

Aos poucos crusavam-se olhares
Que aos poucos viravam palavras
Aos poucos disfarçadas cantadas
Que se perdiam como no oceano os mares
Num oceano de conversas
Com singelas indiretas
E diretas singulares

E o tempo corria em liberdade
Sem ninguém se declarar
Até um lado desistir
Deixando-me sem a verdade
Mas com uma única pergunta:
Como deixei mais esse amor
Contagiar-se com a amizade?

Um comentário:

Anônimo disse...

Olá! Achei gracinha este seu texto... mas coitado do eu lírico, parece estar sempre em desencontro com o amor!
Um beijo, jovem escritor!

Meu lobinho estah com fome de um bife para ele.